O show da vez foi dos Garotos Podres, sim amo punk rock e adoro os caras e suas letras políticas, engraçadas e escatológicas.
O show foi no SESC Santo André, pertinho de casa.
Sai do trabalho as 17:00, peguei ônibus mega lotado, metrô insuportável e outro ônibus cheio, tudo de pé. Cheguei em casa as 19:00, tomei meu banho gostoso, jantei e saí as 20:10. Cheguei ao SESC as 20:30, poucas pessoas estavam lá, mesmo com todos os ingressos vendidos. Junto comigo meu irmão, nós dois esperávamos minha prima e seu marido, que considero muito meu primo. Antes deles chegarem encontramos um casal de amigos dos primos com o filho de 10 anos, o Johnny. Os primos chegaram, muitas pessoas também. As portas foram abertas as 20:50, as 21:00 o show começou em ponto.
Ele foi realizado no anfiteatro, todos sentados, nós com os narizes torcidos, onde já se viu show de punk sentado. 1ª musica rolando, “Garoto Podre”, eu balançava minha cabeça e perna, minha prima desesperada por estar sentada e instigando o marido a se levantar. Algumas pessoas estavam de pé em frente ao palco.
Não demorou mais de 1 minuto o primo pulou a cadeira e levantou, a prima e eu fomos atrás, meu irmão nos seguia. Fomos para frente do palco. Na seqüência a belíssima “vomitaram no trem” e a clássica “Johnny”. Berrei, pulei, cantei quase todas as musicas, umas 3 eu não conhecia direito. O repertório foi centrado no ultimo cd Gatozil de Podrezepam mesclado com clássicos da banda.
O Mau (vocalista) é extremamente louco e carismático no palco, parece professor de cursinho, ele é professor, só não sei se de cursinho. O publico foi ao delírio, tinha um cara que toda hora agarrava o microfone da mão do Mau. O baterista, Capitão Caverna, conversou bastante com o publico e interagiu com a galera. O momento engraçado foi antes de tocar “ainda vamos tocar bossa nova” quando todos colocaram óculos com nariz grandes, o Mau sentou numa cadeira e o guitarrista lhe passou a guitarra e ele tocou como João Gilberto, numa grande tiração de sarro do estilo musical.
Eu fui ao delírio ao ouvir a introdução de “o mundo não para de girar”, amo essa musica. “verme” também me deixou muito feliz. Por ser professor de historia o Mau faz muitas introduções as musicas com detalhes históricos para situar as canções. Para mim o mais legal e importante foi ao comentar os 3 estudantes fuzilados durante um protesto na CSN, fato que motivou a musica “aos fuzilados da CSN” que, na minha opinião, tem um dos melhores refrões que conheço inspirado numa frase de Che Guevara: “mas por mais rosas que os poderosos matem, nunca conseguirão deter a primavera”.
A mais pedida da noite foi “vou fazer coco” que encerrou a apresentação bem humorada e competente dos Garotos Podres que já estão mais para Tiozinhos Podres, mas mostraram que não perderam a energia e qualidade mesmo após quase 30 anos de carreira, mesmo sem sucesso.
O show durou exatos 90 minutos e nos deixou com gosto de quero mais. Foi engraçado ver o rosto surpreso do Johnny ao contatar que eles tocaram uma musica com o nome dele. Sai do SESC rouca, com as pernas doendo de tanto pular, os ouvidos zunindo, mas feliz e com a certeza que dormiria em paz naquela noite.
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quarta-feira, 5 de maio de 2010
terça-feira, 20 de abril de 2010
Placebo
e a noite de 6ª feira foi marcada por risadas, jogos e palhaçada com os amigos a noite de sábado foi marcada por musica boa e felicidade.
Afinal após 5 anos eu voltei ao Credicard Hall para assistir ao show do Placebo e posso dizer que foi incrível. Melhor ainda que o de 2005.
Ele subiram no palco pontualmente as 22:00 ao som de For What It´s Worth com um refrão que traduz muito o que sinto atualmente “For What It´s Worth Got no lovers” e um som pesado. A galera pulava e na seqüência veio Ashtray Heart, minha predileta do álbum, seguida por Battle for the Sun, o telão atrás do palco mostrava a capa do CD com seu eclipse. O primeiro momento de pura alegria veio com Sleeping with Ghosts e seu refrão “Soulmates never dies” foi tocante.
O que eu via no palco era um Brian Molko muito alegre tanto que na seqüência ele conversou sobre um canal de TV brasileira sobre Deus e de quando ele era criança e sua mãe o levava a igreja onde pessoas eram possuídas pelo espírito de Jesus e falavam uma língua chamada Speak in Tongues, lógico que essa foi a introdução incrível para a linda Speak in Tongues.
A próxima musica foi uma surpresa para mim, pois nunca imaginei que eles tocassem Follow The Cops Back Home que faz parte do Meds e é linda e uma das minhas favoritas, porem pouco divulgada, mas ela veio e emocionou muito, mas com certeza o publico pulou muito com Every You Every Me que apareceu numa roupagem diferente, mas boa como sempre.
Momento quase choro ao ouvir a introdução de Special Needs e juro que tinha mais pessoas o meu lado chorando. Mais uma vez o Brian falou com o publico, carinhosamente chamadao por ele de Molko Boys e Molko Girls que gargalhou na introdução alegre para Breathe Underwater. A seção mais dançante da noite foi aberta por Julien, seguida por The Never-Ending Why. Um momento mais calmo foi proporcionado pelas calmas e lindas Bright Lights e Devil in the Details.
Se eu quase chorei com Special Needs, com Meds eu realmente chorei de alegria e extasia. Eu amo essa musica e com a intensidade de paixão que o Brian a canta ao vivo ela ficou mais linda ainda. Após o choro foi o momento seqüência arrasadora com Song to say Goodbye, Special K que todos cantaram aos berros “pararapaparara”. Com direito ao Brain instigar o publico dizendo “I can´t hear you São Paulo”, frase que nos fez gritar ainda mais alto e Bitter End encerrando a 1ª parte do show com muito peso.
Pausa de 3 minutos e no telão uma bailarina com tutu que lembrava um penis fez todos gargalharem. E tem gente que diz que Placebo é depressivo........
Volta para o bis com o lado B Trigger Happy que eu não conhecia, mas descobri ter uma letra muito boa. Enquanto o Sr. Molko cantava Stefan Olsdal pedia para o publico por as mãos para o alto e balançá-las numa alusão ao refrão “So put your hands in the air, and wave them like you give a fuck”. A minha amada Infra-Red foi cantada com o palco todo vermelho e luzes vermelhas sobre a banda. Para encerrar a noite a escolhida foi Taste in Men, ok nessa hora eu já achava que estava no céu e dizia a celebre frase “agora posso morrer feliz”.
Ao final do show todos deram as mãos e se curvaram ao publico como se faz no teatro. Eu possível ver o cansaço e suor nos rostos deles, mas também via um sorriso de felicidade que mostra que o Placebo está numa fase boa e feliz.
Sai do Credicard com um sorriso gigante no rosto e extasiada com a brilhante apresentação da uma das minhas bandas prediletas. Espero que eles voltem logo ao Brasil.
Afinal após 5 anos eu voltei ao Credicard Hall para assistir ao show do Placebo e posso dizer que foi incrível. Melhor ainda que o de 2005.
Ele subiram no palco pontualmente as 22:00 ao som de For What It´s Worth com um refrão que traduz muito o que sinto atualmente “For What It´s Worth Got no lovers” e um som pesado. A galera pulava e na seqüência veio Ashtray Heart, minha predileta do álbum, seguida por Battle for the Sun, o telão atrás do palco mostrava a capa do CD com seu eclipse. O primeiro momento de pura alegria veio com Sleeping with Ghosts e seu refrão “Soulmates never dies” foi tocante.
O que eu via no palco era um Brian Molko muito alegre tanto que na seqüência ele conversou sobre um canal de TV brasileira sobre Deus e de quando ele era criança e sua mãe o levava a igreja onde pessoas eram possuídas pelo espírito de Jesus e falavam uma língua chamada Speak in Tongues, lógico que essa foi a introdução incrível para a linda Speak in Tongues.
A próxima musica foi uma surpresa para mim, pois nunca imaginei que eles tocassem Follow The Cops Back Home que faz parte do Meds e é linda e uma das minhas favoritas, porem pouco divulgada, mas ela veio e emocionou muito, mas com certeza o publico pulou muito com Every You Every Me que apareceu numa roupagem diferente, mas boa como sempre.
Momento quase choro ao ouvir a introdução de Special Needs e juro que tinha mais pessoas o meu lado chorando. Mais uma vez o Brian falou com o publico, carinhosamente chamadao por ele de Molko Boys e Molko Girls que gargalhou na introdução alegre para Breathe Underwater. A seção mais dançante da noite foi aberta por Julien, seguida por The Never-Ending Why. Um momento mais calmo foi proporcionado pelas calmas e lindas Bright Lights e Devil in the Details.
Se eu quase chorei com Special Needs, com Meds eu realmente chorei de alegria e extasia. Eu amo essa musica e com a intensidade de paixão que o Brian a canta ao vivo ela ficou mais linda ainda. Após o choro foi o momento seqüência arrasadora com Song to say Goodbye, Special K que todos cantaram aos berros “pararapaparara”. Com direito ao Brain instigar o publico dizendo “I can´t hear you São Paulo”, frase que nos fez gritar ainda mais alto e Bitter End encerrando a 1ª parte do show com muito peso.
Pausa de 3 minutos e no telão uma bailarina com tutu que lembrava um penis fez todos gargalharem. E tem gente que diz que Placebo é depressivo........
Volta para o bis com o lado B Trigger Happy que eu não conhecia, mas descobri ter uma letra muito boa. Enquanto o Sr. Molko cantava Stefan Olsdal pedia para o publico por as mãos para o alto e balançá-las numa alusão ao refrão “So put your hands in the air, and wave them like you give a fuck”. A minha amada Infra-Red foi cantada com o palco todo vermelho e luzes vermelhas sobre a banda. Para encerrar a noite a escolhida foi Taste in Men, ok nessa hora eu já achava que estava no céu e dizia a celebre frase “agora posso morrer feliz”.
Ao final do show todos deram as mãos e se curvaram ao publico como se faz no teatro. Eu possível ver o cansaço e suor nos rostos deles, mas também via um sorriso de felicidade que mostra que o Placebo está numa fase boa e feliz.
Sai do Credicard com um sorriso gigante no rosto e extasiada com a brilhante apresentação da uma das minhas bandas prediletas. Espero que eles voltem logo ao Brasil.
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Jogatina
Já disse que o pessoal do trabalho é bem animado. Fazemos festa quase toda semana. Agora que o chefe está de férias então!!!!!!!!!
Pois 6ª feira tivemos um evento externo na casa da Valéria, a coordenadora de produção. Fomos quase todos da produtora jogar imagem e Ação e jogos diversos. Caravana pronta, saímos da produtora ás 19:30. Ficamos jogando até as 01:30
Descobri que me viro bem em mímica, meu trio ganhou no Imagem e Ação, valeu Luis por ser ótimo em decifrar mímicas, ele matou muitas.
Depois jogamos Perfil e aí sim pude exercitar toda minha capacidade intelectual. Provei aos amigos que sou caxias e CDF, pois acertei muitas coisas para alegria da minha parceira Lygia.
Lógico que no meio dos jogos tinha muita comida e bebidas, porem não alcoólicas, pois se falamos muita porcaria sem álcool imagina bêbados.
Da ultima vez que bebemos todos juntos eu tive que ensinar o caminho do banheiro a um amigo que já não via quase nada e eu também não sai em situação lá muito bonita.
A noite foi ótima e me diverti horrores. Voltar a ser criança é uma delicia.
Pois 6ª feira tivemos um evento externo na casa da Valéria, a coordenadora de produção. Fomos quase todos da produtora jogar imagem e Ação e jogos diversos. Caravana pronta, saímos da produtora ás 19:30. Ficamos jogando até as 01:30
Descobri que me viro bem em mímica, meu trio ganhou no Imagem e Ação, valeu Luis por ser ótimo em decifrar mímicas, ele matou muitas.
Depois jogamos Perfil e aí sim pude exercitar toda minha capacidade intelectual. Provei aos amigos que sou caxias e CDF, pois acertei muitas coisas para alegria da minha parceira Lygia.
Lógico que no meio dos jogos tinha muita comida e bebidas, porem não alcoólicas, pois se falamos muita porcaria sem álcool imagina bêbados.
Da ultima vez que bebemos todos juntos eu tive que ensinar o caminho do banheiro a um amigo que já não via quase nada e eu também não sai em situação lá muito bonita.
A noite foi ótima e me diverti horrores. Voltar a ser criança é uma delicia.
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