É fácil de conseguir um dia maravilhoso:
1º - vá a um lugar lindo e que te agrade.
2º - convide alguém que você ame para dividir esse dia com você.
3º - relaxe, esqueça os problemas.
4º - tome um bom banho relaxante (se possível de cachoeira)
Viu como é fácil.....
Mas se você não conseguir nada disso lembre: o melhor lugar é onde estamos felizes, nós somos nossa melhor companhia e um chuveiro quente relaxa pacas!
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sábado, 30 de abril de 2011
sexta-feira, 29 de abril de 2011
A vida muda
Essa é a mais pura verdade. Hoje estamos tristes, amanhã melhoramos. Há 1 ano atrás passei por uma fase muito, muito complicada. Estava perdida, confusa, sem direção. Meu coração estava quebrado em mil pedaços e eu sem cola para consertá-lo. Tentei me distrair e me reencontrar indo ao show do Placebo. Ajudou muito e reencontrei uma parte de mim que estava escondida, esquecida. Mas foi somente o inicio.
Fui me reencontrando aos poucos. Me redescobrindo. Me reparando.
Exatamente 364 dias depois da noite que marcou o inicio da jornada dentro de mim mesma eu me encontro completamente de coração curado e inteiro.
Estou feliz, sorrindo e em paz.
Se há um ano eu me perguntava desesperada “e agora?”, hoje me pergunto tranqüilamente “e agora?”, pois a vida é um eterno mistério, mas agora esse mistério assusta menos.
Fui me reencontrando aos poucos. Me redescobrindo. Me reparando.
Exatamente 364 dias depois da noite que marcou o inicio da jornada dentro de mim mesma eu me encontro completamente de coração curado e inteiro.
Estou feliz, sorrindo e em paz.
Se há um ano eu me perguntava desesperada “e agora?”, hoje me pergunto tranqüilamente “e agora?”, pois a vida é um eterno mistério, mas agora esse mistério assusta menos.
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Meu vicio
Meu nome é Cristina, tenho 28 anos e preciso confessar que tenho um vicio.
Sou viciada em esmaltes. Eu tenho 20 dedos e da ultima vez que contei tinha 125 vidros de esmaltes nas mais diversas tonalidades na minha caixa de “coisas para unha”.
Comecei esse meu vicio há 1 ano e 3 meses e tinha apenas 34 vidros. Rapidamente o que era apenas um ou dois vidros novos por mês se tornou um vicio incontrolável. Não consigo sair de uma perfumaria sem pelo menos um vidro novo. Escondo os vidros novos quando chego em casa para minha mãe não me olhar com cara feia.
Meu pai já perguntou quantos dedos eu tenho e se eu uso tudo aquilo mesmo. Minhas amigas perguntam se sou manicure.
Mesmo quando eu decido não comprar mais vidros a coleção aumenta, pois eu ganho alguns.
Hoje entrei em uma perfumaria procurando um tom de verde e saí de lá com outro tom de verde, pois o que eu queria não tinha e um cinza chumbo.
Estou com as unhas sem esmaltes e doida para passar o verde novo nela. Acho que vou me trancar no banheiro e já volto com as unhas pintadas.
Sou viciada em esmaltes. Eu tenho 20 dedos e da ultima vez que contei tinha 125 vidros de esmaltes nas mais diversas tonalidades na minha caixa de “coisas para unha”.
Comecei esse meu vicio há 1 ano e 3 meses e tinha apenas 34 vidros. Rapidamente o que era apenas um ou dois vidros novos por mês se tornou um vicio incontrolável. Não consigo sair de uma perfumaria sem pelo menos um vidro novo. Escondo os vidros novos quando chego em casa para minha mãe não me olhar com cara feia.
Meu pai já perguntou quantos dedos eu tenho e se eu uso tudo aquilo mesmo. Minhas amigas perguntam se sou manicure.
Mesmo quando eu decido não comprar mais vidros a coleção aumenta, pois eu ganho alguns.
Hoje entrei em uma perfumaria procurando um tom de verde e saí de lá com outro tom de verde, pois o que eu queria não tinha e um cinza chumbo.
Estou com as unhas sem esmaltes e doida para passar o verde novo nela. Acho que vou me trancar no banheiro e já volto com as unhas pintadas.
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Suicidal Dream
Desde a minha adolescência se me perguntassem a minha musica predileta eu diria Suicidal Dream do Silverchair. Sempre achei a música linda, a voz e a intensidade que Daniel Johns canta maravilhosa e tocante, mas em especial sempre gostei da letra.
Ela é mórbida e conta a história de alguém que sonha, deseja a própria, no caso um suicídio e desesperado pede para ser ajudado, confortado, pois não quer mais sentir a angústia de não querer mais viver, porem não vê outra saída além a morte. Tanto que encontra uma corda para se enforcar.
Eu por muito tempo cantei essa música com conhecimento de causa e vontade.
A adolescência é uma fase muito difícil. A minha não foi nada fácil. Sempre me senti diferente de todos, feia, desengonçada. Me sentia sozinha e por muitas vezes que peguei pensando “se eu morrer alguém vai realmente sentir minha falta?”.
Sabia que meus pais sentiriam, mas mais alguém sentiria?
Eu já prendi minha respiração por diversas vezes. Graças a deus não tinha uma corda perto de mim.Já olhei muito para o meu pulso e pensei em cortá-lo, mas sempre me faltou coragem.
Não era uma ânsia desesperada por viver que me impedia de me matar, era simples falta de coragem e medo de magoar minha mãe que não merecia isso.
Eu cresci e o tempo passou e essas ondas suicidas foram diminuindo. Algumas vezes elas voltavam, mas nada muito grave.
Agora estou numa dessas fases. Hoje no caminho para o trabalho, chateada com muitas coisas que me aconteceram recentemente me peguei pensando se a minha morte iria importar para alguém. Se eu me importaria em morrer agora.
Não penso em me matar, mas penso que se algum acidente acontecesse, eu não acharia ruim em morrer. Terminar com a angústia, frustração e dor que sinto na minha alma. Me sinto partida, quebrada e sem esperança no futuro.
Ela é mórbida e conta a história de alguém que sonha, deseja a própria, no caso um suicídio e desesperado pede para ser ajudado, confortado, pois não quer mais sentir a angústia de não querer mais viver, porem não vê outra saída além a morte. Tanto que encontra uma corda para se enforcar.
Eu por muito tempo cantei essa música com conhecimento de causa e vontade.
A adolescência é uma fase muito difícil. A minha não foi nada fácil. Sempre me senti diferente de todos, feia, desengonçada. Me sentia sozinha e por muitas vezes que peguei pensando “se eu morrer alguém vai realmente sentir minha falta?”.
Sabia que meus pais sentiriam, mas mais alguém sentiria?
Eu já prendi minha respiração por diversas vezes. Graças a deus não tinha uma corda perto de mim.Já olhei muito para o meu pulso e pensei em cortá-lo, mas sempre me faltou coragem.
Não era uma ânsia desesperada por viver que me impedia de me matar, era simples falta de coragem e medo de magoar minha mãe que não merecia isso.
Eu cresci e o tempo passou e essas ondas suicidas foram diminuindo. Algumas vezes elas voltavam, mas nada muito grave.
Agora estou numa dessas fases. Hoje no caminho para o trabalho, chateada com muitas coisas que me aconteceram recentemente me peguei pensando se a minha morte iria importar para alguém. Se eu me importaria em morrer agora.
Não penso em me matar, mas penso que se algum acidente acontecesse, eu não acharia ruim em morrer. Terminar com a angústia, frustração e dor que sinto na minha alma. Me sinto partida, quebrada e sem esperança no futuro.
“Help me, comfort me,
Stop me from feeling what I'm feeling now”
O que me dói
Muitas coisas me doem. Entre elas acordar de manha e saber que não verei quem amo porque ainda é 3ª feira.
Me dói saber que só o terei poucas horas em apenas um dia da semana.
Dói sentir que ele me deseja apenas para sexo e me sentir como uma buceta ambulante.
Me recente ouvir que seus únicos elogios são: gostosa, delicia, quero te comer.
Dói não poder ouvir minhas musicas prediletas com ele.
Me machuca quando ele desliga meu rádio sem pedir por não gostar do som.
Eu me sinto ignorada quando ele pergunta se conheço ou gostei de algo que ele sabe que eu não gosto.
Me dói não termos os mesmos gostos para filmes.
Me frustra não sair para dançar porque ele não sabe e nem se esforça em aprender.
Me entristece ele não gostar de ler e dessa forma termos um assunto a menos para conversar.
Me dói profundamente quando no único dia que temos para nós dois ele dê mais atenção a um amigo.
Dói ele não querer conhecer meus amigos.
Me frustra não sairmos para jantar porque ele não come quase nada.
Dói ter inveja das minhas conhecidas que ganham presentes dos namorados quando parece que o meu só me presenteia por obrigação.
Me entristece não fazer nada mais caro porque ele não tem dinheiro, mas em seguida saber que gastou tudo com o som do carro.
Me dói quando alguém da minha família esquece o nome dele ou não sabe quem ele é porque ele nunca está comigo.
Me magoa e me deixa sem ação saber que ele não sonha em morar comigo.
Partiu meu coração quando eu perguntei se ele ficaria comigo se eu ficasse grávida e ele respondeu que não sabia.
Dói saber que ele não entende metade do que eu falo.
Me confunde não ter certeza se quero ter uma família com ele.
Me dói saber que o magoarei quando ele ler isso, mas me entristece mais saber que já disse tudo isso mais de uma vez, mas de nada adiantou.
Dói pensar no meu futuro sem ele, mas me frustra pensar no meu presente como está.
Me dói saber que só o terei poucas horas em apenas um dia da semana.
Dói sentir que ele me deseja apenas para sexo e me sentir como uma buceta ambulante.
Me recente ouvir que seus únicos elogios são: gostosa, delicia, quero te comer.
Dói não poder ouvir minhas musicas prediletas com ele.
Me machuca quando ele desliga meu rádio sem pedir por não gostar do som.
Eu me sinto ignorada quando ele pergunta se conheço ou gostei de algo que ele sabe que eu não gosto.
Me dói não termos os mesmos gostos para filmes.
Me frustra não sair para dançar porque ele não sabe e nem se esforça em aprender.
Me entristece ele não gostar de ler e dessa forma termos um assunto a menos para conversar.
Me dói profundamente quando no único dia que temos para nós dois ele dê mais atenção a um amigo.
Dói ele não querer conhecer meus amigos.
Me frustra não sairmos para jantar porque ele não come quase nada.
Dói ter inveja das minhas conhecidas que ganham presentes dos namorados quando parece que o meu só me presenteia por obrigação.
Me entristece não fazer nada mais caro porque ele não tem dinheiro, mas em seguida saber que gastou tudo com o som do carro.
Me dói quando alguém da minha família esquece o nome dele ou não sabe quem ele é porque ele nunca está comigo.
Me magoa e me deixa sem ação saber que ele não sonha em morar comigo.
Partiu meu coração quando eu perguntei se ele ficaria comigo se eu ficasse grávida e ele respondeu que não sabia.
Dói saber que ele não entende metade do que eu falo.
Me confunde não ter certeza se quero ter uma família com ele.
Me dói saber que o magoarei quando ele ler isso, mas me entristece mais saber que já disse tudo isso mais de uma vez, mas de nada adiantou.
Dói pensar no meu futuro sem ele, mas me frustra pensar no meu presente como está.
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